Yo
minna! Genki desu ka? Eu sou o Roger e estarei falando aqui no blog sobre as
velharias dos games, jogos com mais de 20 anos ou algo do gênero, jogos com
status “cult” ou que ganharam a denominação “retrô”.
Aqui começo a minha série de posts que tentarei concluir em ritmo compassado sobre uma das minhas séries de jogos favoritas e que a empresa que os criou vem modificando desde seu lançamento, então arrumem seus inventários, recarreguem suas armas, peguem suas plantinhas de cura e me acompanhem por esse mundo conturbado de Resident Evil.
Aqui começo a minha série de posts que tentarei concluir em ritmo compassado sobre uma das minhas séries de jogos favoritas e que a empresa que os criou vem modificando desde seu lançamento, então arrumem seus inventários, recarreguem suas armas, peguem suas plantinhas de cura e me acompanhem por esse mundo conturbado de Resident Evil.
O ano era 1996, a Capcom era uma
grande produtora de jogo infanto-juvenis, já produzira uma boa gama de
beat-‘em-ups, shoot-‘em-ups e outros “ups” por aí afora.
Tinha em mãos uma das maiores
franquias de jogos de luta e alguns
jogos de plataforma no nosso saudoso Super Nintendo Entertainment System. Claro
não podemos esquecer de um dos (ou quem sabe o único) “mascote” da empresa o nosso
bem e saudosamente lembrado Robozinho Azul, conhecido também como Blue Bomber.
Enfim, a Nintendo havia posto em
marcha, alguns anos atrás um ambicioso projeto com uma empresa de eletrônicos
conhecida como Sony. O projeto consistia em fabricar um periférico para o SNES
que rodaria mídias em CD dando melhores gráficos e efeitos sonoros aos jogos de
cartucho que rodavam no console do Encanador Bigodudo.
A Capcom produzira jogos como os
“obscuros” Dungeons & Dragons, Magical Adventure Starring Mickey, Magic
Sword dentre outros e velhos conhecidos nossos como Street Fighter, Final Fight
e é claro a série Megaman Original, cheia de seus “robôsman” e a série
sucessora desse grande sucesso: Megaman X, recheada com muitas armaduras e
Hadoukens e todo o necessário para cair no gosto popular, para após sua
apoteose a empresa demitir seu criador, Keiji Inafune, pisar no túmulo do Blue
Bomber e cuspir na cara dos fãs. Maldita Capcom e todos os seus lacaios que
profanaram a memória do nosso Robozinho Azul, espero que o Valdemar arrombe o
brioco de todos vocês e que... (respira fundo)... Tudo bem, já estou melhor
(malditos japoneses comedores de tofu e sushi de polvo) e só para constar,
Valdemar é um polvo gigante com tentáculos em formato de pênis com serras nas
bordas...
"Capa de Tower of Doom, um dos arcade games da Capcom"
"Veremos se alguém lembra desse na prateleira de 'game-locadora' "
"Nunca vi esse cartucho, algum old gamer irá se manifestar?"
Retomando, a Capcom estava lucrando
com seus jogos um tanto quanto infantis (não sei onde um robô com poder
para explodir no mínimo 4 planetas
apenas espirrando e que destrincha e desintegra robôs do mal para roubar suas
placas de circuito ou o que quer que seja que ele faz com os corpos, é
infantil...) quando alguns dos produtores *coff* Shinji Mikami *coff*, decide
que está na hora da empresa investir em um público-alvo mais maduro e inspirado
em Alone in the Dark (para PC) e sua jogabilidade em 3ª pessoa e no jogo de RPG
e terror criado pela própria empresa, Sweet Home do Famicon, a Capcom dá ínicio
a uma de suas séries mais conhecidas e de melhor venda.
"Estilo em 3ª pessoa de Alone in the Dark e..."
"...terror de sobrevivência de Sweet Home."
Resident Evil era para ser um remake
de Sweet Home (citado acima), entretanto ao longo da produção do jogo algumas
coisas foram saindo diferentes do jogo original (como veremos em posts futuros
quando tratarei da história de Devil May Cry) resultando no que hoje é uma das
mais bem sucedidas franquias de jogos.
Por hoje vamos ficando por aqui,
espero que tenham curtido um pouco da história da Capcom em relação aos seus
jogos, no próximo post trarei um pouco mais da trajetória da nossa “querida”
empresa e uma review do primeiro jogo da série, seus ports para outros consoles
e o remake feito para Game Cube (que um dia terei).
Estamos abertos a comentários e
sugestões, alguma review de algum jogo que vocês queiram ver aqui, postem nos
comentários e se eu tiver tempo farei. Curtam nossa página no Face e o nosso
Twitter, até a próxima...
Ja ne!









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