Do Robozinho Azul a miolos frescos (Parte 1)

| 22 de fevereiro de 2013

              
                  Yo minna! Genki desu ka? Eu sou o Roger e estarei falando aqui no blog sobre as velharias dos games, jogos com mais de 20 anos ou algo do gênero, jogos com status “cult” ou que ganharam a denominação “retrô”.
Aqui começo a minha série de posts que tentarei concluir em ritmo compassado sobre uma das minhas séries de jogos favoritas e que a empresa que os criou vem modificando desde seu lançamento, então arrumem seus inventários, recarreguem suas armas, peguem suas plantinhas de cura e me acompanhem por esse mundo conturbado de Resident Evil.
            O ano era 1996, a Capcom era uma grande produtora de jogo infanto-juvenis, já produzira uma boa gama de beat-‘em-ups, shoot-‘em-ups e outros “ups” por aí afora.
            Tinha em mãos uma das maiores franquias de jogos de luta  e alguns jogos de plataforma no nosso saudoso Super Nintendo Entertainment System. Claro não podemos esquecer de um dos (ou quem sabe o único) “mascote” da empresa o nosso bem e saudosamente lembrado Robozinho Azul, conhecido também como Blue Bomber.
            Enfim, a Nintendo havia posto em marcha, alguns anos atrás um ambicioso projeto com uma empresa de eletrônicos conhecida como Sony. O projeto consistia em fabricar um periférico para o SNES que rodaria mídias em CD dando melhores gráficos e efeitos sonoros aos jogos de cartucho que rodavam no console do Encanador Bigodudo.
            A Capcom produzira jogos como os “obscuros” Dungeons & Dragons, Magical Adventure Starring Mickey, Magic Sword dentre outros e velhos conhecidos nossos como Street Fighter, Final Fight e é claro a série Megaman Original, cheia de seus “robôsman” e a série sucessora desse grande sucesso: Megaman X, recheada com muitas armaduras e Hadoukens e todo o necessário para cair no gosto popular, para após sua apoteose a empresa demitir seu criador, Keiji Inafune, pisar no túmulo do Blue Bomber e cuspir na cara dos fãs. Maldita Capcom e todos os seus lacaios que profanaram a memória do nosso Robozinho Azul, espero que o Valdemar arrombe o brioco de todos vocês e que... (respira fundo)... Tudo bem, já estou melhor (malditos japoneses comedores de tofu e sushi de polvo) e só para constar, Valdemar é um polvo gigante com tentáculos em formato de pênis com serras nas bordas...
"Capa de Tower of Doom, um dos arcade games da Capcom"

"Veremos se alguém lembra desse na prateleira de 'game-locadora' "

"Nunca vi esse cartucho, algum old gamer irá se manifestar?"

            Retomando, a Capcom estava lucrando com seus jogos um tanto quanto infantis (não sei onde um robô com poder para  explodir no mínimo 4 planetas apenas espirrando e que destrincha e desintegra robôs do mal para roubar suas placas de circuito ou o que quer que seja que ele faz com os corpos, é infantil...) quando alguns dos produtores *coff* Shinji Mikami *coff*, decide que está na hora da empresa investir em um público-alvo mais maduro e inspirado em Alone in the Dark (para PC) e sua jogabilidade em 3ª pessoa e no jogo de RPG e terror criado pela própria empresa, Sweet Home do Famicon, a Capcom dá ínicio a uma de suas séries mais conhecidas e de melhor venda.
"Estilo em 3ª pessoa de Alone in the Dark e..."

"...terror de sobrevivência de Sweet Home."

            Resident Evil era para ser um remake de Sweet Home (citado acima), entretanto ao longo da produção do jogo algumas coisas foram saindo diferentes do jogo original (como veremos em posts futuros quando tratarei da história de Devil May Cry) resultando no que hoje é uma das mais bem sucedidas franquias de jogos.
            Por hoje vamos ficando por aqui, espero que tenham curtido um pouco da história da Capcom em relação aos seus jogos, no próximo post trarei um pouco mais da trajetória da nossa “querida” empresa e uma review do primeiro jogo da série, seus ports para outros consoles e o remake feito para Game Cube (que um dia terei).
            Estamos abertos a comentários e sugestões, alguma review de algum jogo que vocês queiram ver aqui, postem nos comentários e se eu tiver tempo farei. Curtam nossa página no Face e o nosso Twitter, até a próxima...
Ja ne!


1 comentários:

{ Leonardo } at: 23 de fevereiro de 2013 às 14:55 disse...Reply

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